sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Surto de Catapora

Após um alerta recebido pela escola, procurei informações sobre quais os perigos de um surto de catapora. Quais os cuidados que os pais precisam ter, caso seja verificado um surto em sua cidade.

Com as vacinas em dia, a chance de contrair ou sua gravidade são minimizadas.

A boa notícia é que a rede pública de saúde passa a oferecer a vacina contra a Varicela juntamente com a Tetra viral. Esta oferta será exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral. (Notícia completa no Portal da Saúde)

Até então, somente na rede privada era possível encontrar a vacina, num custo médio de R$150,00.

As informações abaixo foram retiradas dos sites Albert Einstein e Bebê.com.br

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Catapora:A Catapora, também conhecida como Varicela, é uma doença infecciosa aguda, altamente transmissível, causada pelo vírus varicela-zóster. Está classificada entre as afecções do tipo exantemáticas, aquelas que trazem como conseqüência erupções na pele.



A doença é mais comum em crianças entre 1 e 10 anos, porém pode ocorrer em pessoas suscetíveis - não imunes - de qualquer idade. Na maioria das vezes evolui sem consequências mais sérias, mas em pessoas com imunodeficiência ou em adultos, o quadro pode resultar numa manifestação hemorrágica grave, pneumonia e infecção bacteriana secundária, devido à contaminação das feridas da pele.

domingo, 18 de agosto de 2013

A idade da mentira



Meu filho mais velho está com 2 anos e 7 meses e começou a dramatizar demais certas situações. O irmão mais novo está com 2 meses, e encosta o pezinho nele. Ecoa um grito: "Ele me bateu!"
Em outro momento reclamo com energia, e em seguida escuto: "Papai, a mamãe me bateu!"
Então me questiono: A idade da mentira chegou?!

Mas uma vez compartilho uma das minhas buscas. A reportagem foi retirada do site da Crescer.


Mentira varia conforme a idade da criança


Entenda as motivações que levam à mentira, as diferenças entre as histórias inventadas e saiba como lidar com essas situações


“-John, o que você está comendo?
- Nada, mãe. 
- Por que o saco de confete está vazio? Você comeu? 
- Não, não comi nada.”

E John, de apenas três anos, teria se saído muito bem se não fosse seu rosto estar completamente sujo de confetes. O vídeo você já conferiu aqui na Crescer e ele ilustra bem o que toda mãe, mais cedo ou mais tarde, precisa enfrentar: a mentira. 

Em uma enquete nas nossas redes sociais, 93% dos leitores revelaram que os filhos já inventaram alguma história, seja derivada de uma fantasia ou para escapar de um castigo.

domingo, 11 de agosto de 2013

Dia dos Pais: meus exemplos

Datas comemorativas são uma festa para o comércio. A analogia criada entre datas e compra de presentes é explorada à exaustão pelos meios de comunicação. Mas é perceptível a enorme diferença entre o dias das mães e o dia dos pais.
Dia das mães é uma badalação. O comércio se prepara com bastante antecedência, e as campanhas publicitárias não falam em outra coisa senão o presente da mamãe. Vídeos emocionantes e tudo o que for preciso para mexer com nossas emoções e o bolso!

Já para o dia dos pais as propagandas são tímidas, o comércio não fica em frenesi nem faz enormes horários estendidos para suprir a alta procura por presentes.

Mas por que dois dias são tão diferentes?

A minha opinião é que a relação pai e filho reflete na forma como a data é comemorada.

Salvas as devidas exceções, mãe sempre será mãe, mesmo que o dito pai não assuma sua paternidade.
Mãe é mãe desde o primeiro segundo em que toma conhecimento que carrega no ventre uma nova vida; já o pai vai se acostumando com esta nova condição aos poucos, pois para ele não há nenhuma mudança imediata.

Esta forma mais tímida em que os pais se tornam pais, para muitos permanece ao longo da vida. Para outros, ao aflorar a paternidade, tornam-se verdadeiros e confessos apaixonados pelos filhos.

E com a chegada de mais um dia dos pais, vejo como tive e tenho os dois exemplos muitos fortes na minha vida.

O primeiro é o meu pai. Ele sempre foi tímido para demonstrar seu amor pelas filhas. Creio ser uma característica mais comum da sua geração ser reservado quanto à demonstrações de amor aos filhos. Já faz 17 anos que ele se foi, e esta semana estava recordando o que carrego comigo hoje, por influência do meu pai.

Seu gosto por música, clássica, MPB, principalmente Paulinho da Viola, herdei dele.
Ele também adorava livros, e os tinha aos montes, mesmo que na sua grande maioria não os tivesse lido. Também amo uma livraria e fico enlouquecida querendo levar todos para casa, mesmo tendo alguns muitos que não terminei de ler.
Sua devoção, religiosidade, serviço e amor pela Igreja. Se hoje tenho a minha fé e crio meus filhos para que amem Jesus e Nossa Senhora, devo a ele, que tantas vezes me arrastou para a missa, mesmo que naquela época eu preferisse ficar brincando.
Sua personalidade, timidez e consciência de que devemos fazer o que é certo, e não o que é agradável aos olhos da maioria; tudo isso eu também herdei.

Todos estes são apenas alguns pontos que consegui lembrar numa rápida retrospectiva, de um pai rígido, mas no fundo amoroso, que não teve tantos anos para ensinar mais, porém no pouco tempo em que esteve conosco transmitiu preciosos ensinamentos.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A adolescência do bebê

Ao pesquisar as fotos da postagem passada tive uma grata surpresa. Achei o artigo abaixo que me tirou um enorme peso dos ombros. Meu filho mais velho sempre foi um amor de criança. Come de tudo (frutas, verduras, sucos), dorme muito bem, não tem tempo ruim para ele. Se precisamos sair ou viajar, lá vai ele a tiracolo.

Mas de uns tempos para cá ele começou a dar um pouco de trabalho. Fazendo birra, chorando sem motivo, se jogando no chão quando contrariado, desobediente em algumas situações,... e eu comecei a ficar bem estressada com este comportamento.

Não sou dessas mães prato de papa, que a qualquer choro amolece com a criança e faz o que ela quer. Pelo contrário, quando tenho que ser dura e educar o faço sem dó nem piedade. Mas diariamente lidar com ele estava bem difícil em alguns momentos.

Escutei de várias mães que era uma fase, que ia passar. Mas ao me deparar com o artigo abaixo senti um alívio imenso, e também piedade e mais compreensão diante dos momentos de birra do pequeno.

Para as mães que estão passando pelo mesmo que eu, ou que em breve passarão, vale muito a pena ler a matéria. Retirada do site Bebê Abril.


A terrível crise dos 2 anos


O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos e parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso.

O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?



A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

terça-feira, 23 de julho de 2013

A árdua tarefa de fazer os pequenos se comportarem

Como sempre foi o objetivo deste blog desde que foi criado, procuro passar um pouco das minhas experiências no dia-a-dia com meus filhos, esperando que, de alguma forma, possa ajudar outras pessoas que leem estas simples linhas.

Como não sou mãe há tanto tempo - menos de 3 anos - mas estou lidando com uma das fases mais complicadinhas até o momento (o mais velho completará 2 anos e 7 meses no final do mês), onde a teimosia e a vontade própria estão tomando conta do pedaço, resolvi pesquisar sobre o comportamento de outras crianças em variadas idades.

Para meu marido e eu, o que se tornou mais difícil nos últimos tempos foi ir à uma missa e,  mesmo sem concentração total, ao menos estar dentro da igreja durante o período da celebração.

Dai surgiu a ideia desta postagem:


Como fazer as crianças se comportarem em ambientes que requerem silêncio? 







Seja na missa, no consultório, ou em eventos fechados, como é o comportamento geral em cada fase?

A minha experiência durante a missa até então, divido nas faixas etárias abaixo:

Recém Nascidos, 12 Perguntas que Intrigam as Mamães 1x1.trans



Recém-nascido: Vai para qualquer lugar, e só incomoda se estiver com fome ou de fralda cheia. Dorme a maior parte do tempo.








domingo, 21 de julho de 2013

Amamentação: o que pode e o que não pode



Durante a fase de amamentação surgem diversas dúvidas.

"Será que minha alimentação interfere no leite?", "O que posso comer?", "O que não posso comer?".


Com o primeiro filho, sempre que comia algo condimentado (mesmo que fosse apenas um pouco de pimentão no preparo), doce ou refrigerante, imediatamente batia a cólica no pequeno.
Agora com o segundo, graças a Deus, a cólica não apareceu, independente do que eu coma.

De fato, cada criança é de uma maneira, não há receita. Abaixo compilei (grifos meus também) algumas informações que julguei interessantes para esta fase. Retiradas dos sites Bebê AbrilGuia do Bebê e Sociedade Brasileira de Pediatria.


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Qual a dieta mais recomendada durante a amamentação?

Não existe um cardápio pré-determinado. O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. "A mulher costuma sentir muita sede nessa fase porque a água é matéria-prima para a fabricação do leite", explica o pediatra Luciano Borges, vice-presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Outra dica é fazer várias refeições balanceadas ao longo do dia. "O bebê rouba os nutrientes da mãe e, por isso, o organismo dela deve estar o mais equilibrado possível", informa o nutrólogo e pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Os especialistas concordam: comer cinco ou seis vezes ao dia e investir em frutas e fibras, além de não abusar dos doces, é um ótimo caminho.

Existem restrições alimentares? O que não devo comer?