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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Previdência da Dona de Casa

Muitas coisas aconteceram nos últimos meses e consequentemente o blog passou esta fase sem ser atualizado.
Antes tarde do que mais tarde, achei interessante abordar um assunto que a muitas mamães pode interessar.

Àquelas que, após se tornarem mães, decidiram sê-lo de forma integral, publico um artigo que escrevi para a página "Negócios de Família" à qual colaboro.

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Previdência da Dona de Casa

Manuela Freitas*

Ser mãe e dona de casa são atividades das mais nobres que conheço. Cuidar da família e do lar é sublime, pois é no lar que se formam os agentes atuantes do mundo. O cuidado, formação e educação recebidas em casa são os pilares que moldam o cidadão – pilares esses que escola nenhuma é capaz de suprir. Porém, é de se questionar porque uma atividade tão nobre não é reconhecida. Existem diversos preconceitos que pairam sobre o imaginário de muitas pessoas quando pensam em uma mulher que é “SÓ” dona de casa. Eu tenho uma definição própria para o “cargo”: atividade não remunerada, exercida sem horário de início ou fim, sem folga, feriado ou férias. Dentre todas, a atividade menos reconhecida.

    Apesar da inexistência de término ou folga, a dona de casa pode se aposentar. Isso mesmo: APOSENTADORIA para as donas de casa! Muitos devem se perguntar como isso é possível, já que por definição a dona de casa não possui remuneração. Contudo, uma das categorias de segurados da Previdência Social chama-se FACULTATIVO. O segurado facultativo, como o próprio nome diz, não está incluído no rol dos segurados obrigatórios, e portanto sua filiação à Previdência Social é feita por ato voluntário. Estão enquadrados nessa categoria aqueles acima de 16 anos e que não exercem atividade remunerada, e a dona de casa é exemplo clássico desta categoria.

    As vantagens, para a dona de casa, de contribuir para a Previdência Social são os benefícios aos quais a mesma passa a ter direito, além da aposentadoria: salário-maternidade, auxílio-doença e ainda: pensão por morte e auxílio-reclusão, para seus dependentes. Para isso, os valores de contribuição (alíquotas) variam conforme o enquadramento da dona de casa. Vamos a eles (valores para o ano de 2014):

Resumidamente:

20% (valor varia conforme a escolha, sobre 1 salário-mínimo até R$ 4.390,24) = Dá direito a todos os benefícios da categoria.

11% (R$79,64) = Exclusivamente sobre 1 salário-mínimo e optam pela exclusão ao direito de aposentadoria por tempo de contribuição, ou seja, a aposentadoria será por idade ou invalidez.

5% (R$36,20) = Exclusivamente sobre 1 salário-mínimo e para aqueles que se enquadram na categoria “Facultativo Baixa Renda”. Necessário estar inscrito no CadÚnico, o cadastro dos programas sociais do governo federal.
    A inscrição é rápida, e pode ser feita de casa pela internet, pelo telefone 135 de segunda a sábado, das 07:00 às 22:00, horário de Brasília (sem custo para telefone fixo e público) ou em uma agência da Previdência Social.

Fica a dica!

*Manuela Freitas –  é administradora e servidora pública federal, atualmente especialista em normas e gestão de benefícios. Católica, casada, mãe de dois meninos, adora cozinhar. Torcedora do Náutico, depois de morar em vários cantos do país, está de volta ao seu aconchego em Recife/PE, sua cidade natal.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A chegada do 2º filho - A mala da maternidade






Logo no início do blog falei sobre os exageros das listas de enxoval que encontramos na internet e nas lojas.

Agora com o segundo filho, passados mais de 2 anos, muitas coisas eu já não lembrava e tive que correr atrás novamente para finalizar o enxoval do novo pequeno.

Muitas, muitas coisas foram reaproveitadas, ficando necessário comprar, basicamente, apenas fraldas de pano e toalhas fralda, pois não teria como reaproveitá-las. As roupinhas até 6 meses do 1º filho foram lavadas e guardadas em saquinhos plásticos assim que não cabiam mais.

O resultado foi uma enorme economia de tempo, dinheiro e desgaste no bate perna atrás dos itens.

Esta é uma das vantagens de não esperar muito tempo para ter outro filho. Além das roupas, todos os móveis do quarto, babá eletrônica, banheira e tudo mais foi reutilizado como novos.

A proximidade de idade também traz outras vantagens:

A adaptação do mais velho à chegada do novo membro foi super tranquila.
Ainda não desaprendemos como é cuidar de um bebezinho.
Os irmãos crescem juntos com uma diferença de idade muito pequena.

Mas, voltando especificamente ao assunto desta postagem, além das listas de enxoval, as listas do que levar para a maternidade trazem muitas dúvidas para a gestante.

Uma coisa importante é verificar se o hospital possui alguma restrição de itens. Em alguns casos os pais desejam levar uma verdadeira festa para dentro do quarto da maternidade, mas podem se frustrar e gastar dinheiro desnecessariamente, caso o hospital proíba a entrada de alimentos.

Por uma questão de precaução, nos dois partos acabei exagerando um pouco nas roupinhas que levei na mala. E pela segunda vez aprendi que não é necessário levar tanta coisa.

Abaixo está a minha sugestão para a bagagem a ser levada, sem exageros.

Para o bebê:


  • Saquinhos de pano, identificados com os números "1", "2", "3" e "4", para separar o conjunto de roupas para a troca pelas enfermeiras (Em Recife, encontrei na Nhac Nhec, do Shopping Recife).


            Em cada saquinho:

            Conjuntinho de roupa, sapatinho, luvinha, lençol sem elástico, manta*

             *Não é necessário ter 4 mantas só para levar para a maternidade. Levei 2 mantas, e a medida que as enfermeiras devolviam as roupas utilizadas separei a manta para utilizar novamente.


  • Lençol de carrinho, para o bebê conforto
  • Lençol sem elástico extra, para o carrinho da maternidade
  • 2 roupinhas extras
Obs: Dependendo do hospital, as fraldas descartáveis, itens para banho, pomada, álcool 70, gaze,..., são fornecidos, não sendo necessário levar.


Para a mãe:

  • 2 Pijamas de algodão ou malha com abertura frontal, para facilitar a amamentação (claro que as camisolas e robes são mais bonitos e elegantes, mas sinceramente não são práticos para quem está operada e sem poder se movimentar muito)
  • Chinelo de borracha, para o banho
  • Chinelo acolchoado
  • Cinta pós-parto (indicação Yoga, conversar com obstetra sobre)
  • Roupa confortável para saída da maternidade
  • Calcinhas confortáveis
  • Sutiã de amamentação
  • Absorvente para seios
  • Necessaire com itens de higiene pessoal
Para o pai:

  • Travesseiro
  • Toalha de banho
  • Necessaire com itens de higiene pessoal
  • Chinelo
  • Máquina fotográfica
  • Pijama ou roupa confortável para dormir
  • Roupa para saída da maternidade
  • Dinheiro para: estacionamento (duas diárias saem beeem caras), almoço e jantar (acompanhante só tem direito ao café da manhã)


Não esquecer das lembrancinhas e livro de visitas!

Creio que seja isso. Espero não ter esquecido de nada, e que possa ajudá-las neste momento tão especial.
Caso ao chegar à maternidade perceba que esqueceu algo, não se desespere. Tudo dará certo.

O importante é estar tranquila para a chegada da pessoinha mais importante da sua vida.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Qual o sexo do bebê?

Que mãe não se pegou pensando se está esperando um menino ou uma menina? A ansiedade dos meses iniciais, onde ainda não é possível saber o sexo do bebê, já pairou pela cabeça de quase todas as mulheres.

Para aquelas que não aguentam esperar alguns meses para descobrir a cor para decorar o quarto do bebê, existe a opção do exame de sexagem fetal, pela técnica PCR.

Segue um artigo do site Planeta Bebê que explica com detalhes este exame.





Sexagem Fetal

Matando a curiosidade mais cedo



Atualmente é raro encontrar casais que preferem esperar o momento do parto para satisfazer a curiosidade quanto ao sexo do bebê.

Cada vez mais, eles têm pressa em saber se o filho vai ser um menino ou uma menina, para o quanto antes lhe dar um nome, fazer planos, comprar o enxoval e até preparar e decorar o quarto tão sonhado.

Hoje, para a alegria dos pais, não é mais preciso esperar até a 17ª semana para fazer a ultra-sonografia com este objetivo. Com apenas um pouquinho de sangue da mamãe, com oito semanas de gestação, já é possível saber o sexo do bebê, independente da posição do feto para fazer a identificação. 

Após a grande descoberta do cientista chinês Y. Dennis Lo, de que no plasma materno existe DNA do feto, o biólogo molecular José Eduardo Levi, do Banco de Sangue do Hospital Sírio Libanês, realizou um estudo por seis anos para desenvolver um teste que identifica fragmentos do cromossomo Y no sangue materno. 
Estamos falando da Sexagem Fetal, um teste que, embora esteja sendo realizado desde 2003 aqui no Brasil, e ficando cada vez mais popular, ainda é desconhecido pela maioria dos casais. 

O teste é realizado através da análise do DNA fetal presente no sangue da mãe, pela técnica PCR (Reação em Cadeia de Polimerase), isto é, a amplificação do DNA. 
Durante a gestação existe a passagem de uma pequena quantidade de células fetais para o sangue materno, através da placenta. O exame dessas células revela o sexo fetal por um procedimento não-invasivo e sem riscos, pois requer apenas a coleta de uma amostra de no máximo 20ml de sangue da mãe. A enorme sensibilidade da PCR permite detectar pequenas quantidades de DNA fetal presente no plasma materno. 

Este teste fundamenta-se na identificação de partes do cromossomo Y - aquele que determina o sexo masculino no ser humano - na circulação materna. Após a coleta, o plasma é separado e o DNA, isolado do mesmo, é submetido à reação de PCR com oligonucleotídeos iniciadores derivados do gene DYS14 específico do cromossomo Y. 
O método de PCR desenvolvido para a determinação do sexo fetal possui excelente sensibilidade e especificidade, permitindo seu uso rotineiro e com índices de acerto superiores a 99% a partir de 8 (oito) semanas de gestação. 

Trocando em miúdos, a Sexagem Fetal é um teste não-invasivo, com excelente grau de acerto, a mulher não precisa de nenhuma preparação especial (não há necessidade de jejum) e todas as grávidas podem se submeter a ele. 

Com uma pequena amostra do sangue da mãe pode se encontrar poucas quantidades de DNA do feto. A presença do cromossomo “Y” indica que é um menino e a ausência dele, uma menina. No caso de gêmeos, se forem idênticos, univitelinos, o resultado é válido para os dois fetos. Em gêmeos fraternos, bivitelinos, o resultado “Y”, significa que ao menos um dos gêmeos será menino. Se o resultado der ausência de cromossomo “Y” pode-se dizer que ambas são meninas. 

O teste pode ser feito nos maiores hospitais e laboratórios do Brasil e o resultado sai em aproximadamente 5 dias úteis. 
O preço é salgado, em torno de R$300,00 a R$450,00, mas parece valer o alívio da curiosidade dos pais. 


Estatística brasileira publicada:



Devido aos dados da tabela acima, a idade gestacional mais apropriada para realização do teste é a partir da 8ª semana. 

Atualmente, a Sexagem Fetal serve apenas para a determinação precoce do sexo, entretanto, outras aplicações para o DNA fetal obtido a partir do plasma materno estão sendo pesquisadas, o que permitirá, no futuro, o diagnóstico não-invasivo de uma série de doenças, tais como a ß-talassemia (tipo hereditário de anemia), a acondroplasia (nanismo) e até a Síndrome de Down. 

Acredita-se que, num futuro bem próximo, testes desse tipo venham a substituir a amniocentese (coleta de amostra de líquido amniótico) e biópsia de vilo corial (amostra da placenta) para obtenção do cariótipo fetal. As dificuldades residem no fato de a quantidade de células fetais no sangue materno ser muito pequena e de difícil identificação. 
Também será possível a determinação do genótipo Rh (D) fetal com esta mesma metodologia. 




Alguns fatores que podem influenciar no resultado do teste:


Abortamento subclínico 

No caso do resultado encontrado ser um teste positivo para cromossomo Y (feto masculino) e posteriormente verificar-se ser um feto feminino, a possibilidade que deve ser levantada é se a mãe foi submetida a procedimento de hiperovulação e/ou fertilização “in vitro”, com gravidezes múltiplas (2 ou mais embriões). Nestes casos não é incomum que um ou mais embriões não sobrevivam; e já existem estudos mostrando que a detecção do DNA destes embriões pode persistir por até 2 semanas, depois de, por exemplo, um episódio de aborto. Se o embrião abortado for do sexo masculino, estará explicada a incoerência entre o resultado do teste de Sexagem Fetal e o sexo do feto em progressão. Outra explicação seria se a mãe houvesse recebido transfusão de sangue ou transplante de órgão de um homem. 


Causa desconhecida 

Para o resultado de sexo feminino, que posteriormente verifica-se ser uma gravidez de feto masculino, a explicação mais simples é a falta de sensibilidade do teste. Como a sensibilidade do teste é controlada para ser a mesma em todas as análises, provavelmente havia uma quantidade muito pequena de DNA fetal no plasma materno no momento da coleta, que o teste não foi capaz de detectar. Ainda não se sabe o que faz a quantidade de DNA fetal ser maior ou menor no sangue da mãe, por isso ainda não é possível levantar as causas deste tipo de falha. No entanto, é fato que a quantidade de DNA fetal vai aumentando com o avançar da gravidez; portanto, supõe-se que o tamanho do feto e a vascularização placentária relacionam-se diretamente com a quantidade de DNA fetal no plasma materno. 

Vale ressaltar que na prática estes erros são raríssimos. 




Dúvidas mais frequentes


Quanto custa este teste? 

O teste custa em torno de R$300,00 a R$450,00, dependendo do hospital ou laboratório. Nos laboratórios Elkis e Furlanetto e Delboni Auriemo de São Paulo, por exemplo, o valor está por volta de R$340,00. Já no Hospital São Luiz, o teste está saindo por aproximadamente R$300,00 e no Hospital Sírio-Libanês R$360,00, os dois também em São Paulo. 


Os convênios médicos cobrem este tipo de exame? 

Não, pois ele não é considerado um exame de rotina ou estritamente necessário na gravidez. 


Quanto tempo demora para sair o resultado? 

Na maioria dos hospitais e laboratórios o resultado do teste sai em 5 dias úteis. 


Quem pode fazer o teste? 

Qualquer mulher grávida pode se submeter a este teste. Porém, ele não detecta gravidez. Assim, se uma mulher que não estiver grávida fizer o teste, este apontará resultado de menina, pois apenas identificará a ausência de DNA masculino. 


A sexagem fetal pode ser feita sem pedido médico? 

Sim, como é um exame não-invasivo e sem riscos, não é necessária solicitação médica. 


Qual é a idade gestacional ideal para a realização do teste? 

O teste pode ser realizado em qualquer fase gestacional, mas os índices de acerto são maiores com o avançar da gravidez. Portanto, aconselha-se que o teste seja feito a partir da 8ª semana, pois desta idade gestacional em diante o acerto é de praticamente 100% . 


O fato de a gestante ter tido gestações anteriores de meninos ou meninas interfere no resultado? 

Não. Mesmo em casos de a gestante ter gestações anteriores de menino ou menina não há interferência no resultado, pois o DNA fetal é rapidamente eliminado da circulação materna horas após o parto. 


E se a gravidez for gemelar (gêmeos)? 

Para gêmeos univitelinos (idênticos) o resultado é válido para ambos. Para gêmeos fraternos (mais de uma placenta), se o resultado do teste for menino, isto quer dizer que ao menos um dos gêmeos é menino. Se o resultado do teste for menina, indica que ambas as gêmeas são meninas. 


Pode haver resultado inconclusivo? 

Sim, estudos preliminares indicam que 5% dos testes apresentam resultados inconclusivos, principalmente se a mãe estiver nas primeiras 7 semanas de gravidez. Nestes casos, é necessária uma 2ª coleta, no mínimo após 2 semanas, para obter-se um resultado definitivo. 


E se a mulher recebeu transfusão de sangue ou transplante de órgão de um homem? 

Neste caso o exame não é indicado, pois o mesmo acusará um resultado positivo para menino, que pode não ser verdadeiro. 


O teste pode indicar alguma anomalia no feto? 

Não, o diagnóstico precoce e não-invasivo de anomalias através deste tipo de teste ainda está em estudo. 




Matéria atualizada em 30 de maio de 2010



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Viajando com o seu bebê

Viajar é muito bom, mas sempre requer tempo para sua preparação. Se arrumar as malas é algo trabalhoso para os adultos, imaginem quando as crianças completam o grupo!

Resolvi escrever este artigo devido a segunda viagem do meu filho. Na primeira, as malas e objetos foram bastante reduzidos, pois ele tinha apenas três meses e apenas mamava no peito.
Nesta viagem, já com 9 meses e comendo alimentos sólidos durante todas as refeições, houve toda uma logística a ser preparada.



1º Viajando de carro

De Recife a Natal são quase 4 horas de viagem. Preparei uma mamadeira de suco e dois potinhos com frutas picadinhas. Uma mamadeira com água.

Ele dormiu boa parte da viagem, e só acordou quando já estávamos na entrada de Natal. Ou seja, acordou louco de fome! Mas por estar tudo pronto não precisamos parar.

2º Almoço e Jantar

Liguei com antecedência para o hotel para me informar sobre o café da manhã, e se havia taxa extra para o café da manhã de um bebê. Fui informada que era cortesia, então durante o horário da manhã sua alimentação estava certa.

Para o almoço, preparei pequenas porções individuais, uma para cada dia da nossa estadia. Congelei e mantive no frigobar, que se manteve congelado. No horário do almoço, no hotel ou no shopping, pedimos para descongelar no microondas e servimos. A preocupação de levar o almoço deu-se devido o preparo ser sem sal (até completar 1 ano de idade).

Para o jantar, ao chegarmos a Natal, fomos ao supermercado comprar frutas para fazer sucos, vitaminas ou simplesmente picar. Serviu tanto para o jantar quanto para os lanches.

3º Onde dormir

Assim como para o café da manhã, informei-me por telefone e no momento da reserva sobre a existência de berço no hotel. No momento em que chegamos o berço foi levado ao quarto.

4º Utensílios

Listarei os itens que levei nesta viagem:

Mixer (para sucos e vitaminas)
Esterelizador de mamadeiras e chupetas - para microondas (utilizado o micro do restaurante do hotel)
1 faca
1 colher de sopa de inox (amassar os alimentos ou medir)
Pratinhos com tampa (3)
2 mamadeiras para sucos e vitaminas
2 mamadeiras para água
1 colher para servir
1 esponja (para lavar tudo o que foi utilizado - no banheiro mesmo, não há outra solução)
Sabão de coco (para lavar as fraldas de pano e roupas mais sujas com comida, evitando manchas até a volta para casa)
Guardanapos de papel
Pote com divisórias para leite em pó

Obs: Um forninho ajudaria no momento de esquentar o almoço dele, sem necessidade de ir até o restaurante só para isso, mas não foi indispensável. O que fez falta foi um garfo de inox para auxiliar na hora de amassar as frutinhas para o lanche, seja no quarto do hotel ou na rua.

5º Alimentos

Leite em pó
Frutas

  • Para o caminho: manga e mamão picados + suco de melão
  • Comprados no supermercado em Natal: kiwi, melão descascado e cortado, banana, ameixa roxa

Água mineral
Água de coco
Almoço congelado (seleta de legumes, frango,...)


Um detalhe muito importante que não pode ser esquecido é a exposição do bebê ao sol. Compramos o Sundown FPS 60 (Bloqueador solar kids 6h).
Os horários recomendados para o banho de piscina: até as 10h e após as 16h (variando de região para região. Para não correr riscos melhor não passar das 9h da manhã).
Também é importante levar na mala alguns medicamentos essenciais.
Tylenol em gotas (e um termômetro, claro), Salsep (para o nariz entupido) e Luftal (gases) são alguns exemplos.


Com uma boa dose de organização a sua viagem será tranquila e seu bebê irá adorar estar lugares diferentes.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Enxoval: vamos às compras!

Pensar que um bebezinho está por vir é muito bom. E a primeira coisa que vem na cabeça é ir ao shopping, comprar a primeira pecinha de roupa e imaginar seu filho vestidinho nela.

Ótimo! Mas um conselho: tente se controlar. Sei bem que a vontade de ir às compras é enorme, mas existem etapas a serem cumpridas antes do enxoval ser comprado. São dicas simples e que todo mundo sabe, mas nunca é demais relembrar.

1 - Aguardar para saber o sexo do bebê


Sabemos que existem cores neutras, tanto para as roupas e acessórios, quanto para a decoração do quarto. Mas temos que concordar que preparar os detalhes de forma direcionada é muito mais interessante do que tentar encontrar itens que sirvam para meninos e meninas.

2 - Planejar o quarto


Com a chegada de um novo membro, a casa da família deverá passar por mudanças. Decidir sobre o quarto do bebê e a disposição dos móveis obviamente vem em primeiro lugar que as roupas. Além de tudo, esta etapa prescinde de busca de orçamentos, pesquisa e organização.

3 - Presentes


Este item é o que acho mais interessante, pois quando pensamos no enxoval, buscamos logo no Google, ou pedimos à uma amiga que foi mãe a pouco tempo, listas e mais listas de sugestões para adaptarmos.
Na euforia de providenciar tudo e não esquecer de nada acabamos comprando mais do que é necessário. E pior, esquecemos que durante toda a gestação sempre surge um presentinho de alguém. Seja parente, amigo, colega de trabalho, as lembrancinhas para o bebê aparecem de todos os lados, mesmo para quem mora longe dos parentes ou tem poucos amigos. Não é exagero, é fato.

Em resumo:

- Controlar a euforia de sair comprando tudo o que ver pela frente.
- Esperar saber se você terá menino ou menina.
- Planejar, orçar e organizar o quarto do bebê.
- Buscar listas de enxovais, porém adaptar ao seu gosto e necessidade.
- Comprar (muito) menos do que será necessário.

E lembre-se: Se faltar algo após o nascimento será fácil de providenciar, e não se corre o risco de sobrar uma pilha de lençóis, roupinhas RN, etc.