domingo, 18 de setembro de 2011

Excesso de Leite: o que fazer?

Amamentar é uma das maiores atitudes de amor, carinho e cuidado. Além de gerar uma criança, saber que também podemos alimentá-la é algo indescritível. As sensações no momento da amamentação, passadas as primeiras dificuldades de adaptação, são da mesma forma impossíveis de expressar em palavras.

A falta de leite traz muitas dúvidas e frustrações para algumas mães, mas também o seu excesso pode acarretar problemas. Mamas endurecidas, vazamentos fora de casa (apesar do uso de absorventes para seios),  e a temida Mastite.

Uma das opções para estas mães é a doação do leite excedente. Existem algumas instituições que aceitam doações e possuem banco de leite.

Aqui em Recife a mais conhecida é o IMIP. Seu banco de leite foi inagurado em 1987, iniciativa em prol do aleitamento materno e do direito à amamentação. 
É considerado pelo Ministério da Saúde Centro de Referência em Banco de Leite Humano e Aleitamento Materno para o Nordeste do Brasil.

O IMIP realiza o trabalho de orientação às gestantes, auxilia no tratamento de problemas na mama após o parto, realiza coleta, processa e distribui o leite materno.

As doações podem ser feitas no banco de leite e, quando necessário, uma pessoa é enviada até a casa da doadora para recolher o leite.

Como estocar leite materno (Fonte: http://www.imip.org.br/)

O armazenamento de leite é muito importante para as mães que precisam voltar a trabalhar, e tem que ser feito com muito cuidado. Para retirá-lo é preciso:
  • Lavar bem as mãos
  • Cobrir a boca 
  • Prender o cabelo.
O leite tem duração de até duas horas em temperatura ambiente. Se colocado na geladeira, o leite pode ser conservado por até 12 horas e até 15 dias, se mantido no freezer ou congelador.
Para armazenar durante 6 meses, é preciso pasteurizar o leite materno. Isso só pode ser feito no Banco, já que o leite passa por um processo de controle de qualidade antes de ser doado ou devolvido para a mãe. 
A equipe do Banco de Leite do IMIP é formada por 13 profissionais, sendo eles pediatras, enfermeira, bióloga, nutricionista, farmacêutico e técnicos de enfermagem. O atendimento é feito de segunda à sexta, das 7 às 12 horas e das 13 às 17 horas.  
 
 
 
Fica a dica que traz benefícios para quem doa e principalmente para quem recebe.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CineMaterna - Sessão dia 13/08/11

Filme definido para o CineMaterna do próximo sábado, em Recife!


A sessão se inicia as 10:30h, no UCI Kinoplex Shopping Recife.

sábado, 23 de julho de 2011

Cinema para mamãe e bebê

Uma dica muito legal para mães que querem retomar os momentos de lazer após o parto.

Ir ao cinema mesmo depois de ter um bebezinho é possível. E melhor ainda, junto com o seu bebê!

É o projeto Cine Materna!



São sessões de cinema para mães com bebês de até 18 meses. Papais e acompanhantes são bem-vindos também! Os filmes são para a diversão dos adultos, e as salas de cinema são equipadas para acolher os bebês com todo o conforto: som reduzido, trocador na sala, ar condicionado mais suave, ambiente levemente iluminado. E depois de cada sessão sempre tem um gostoso bate-papo!

As sessões acontecem em diversas cidades do Brasil. Cada filme é escolhido pelo público através de enquetes semanais, que podem ser acompanhadas pelo site junto com a programação.

Em Recife, a programação está prevista para o dia 13/08/2011, às 13:30h (filme a definir), no UCI Kinoplex do Shopping Recife.

IMPERDÍVEL!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dica de Música

Ainda sobre música para bebês, a minha dica é a coleção MPBaby.

Desde o início da minha gestação comecei a adquirir os cd´s e DVD´s, e ouvia (e ouço) principalmente no carro. O estresse do trânsito com certeza diminui. Além do que meu bebê relaxa e dorme bastante ouvindo. Excelente! Recomendo demais.

Alguns dos títulos:

Música na Gestação

Recado às grávidas: som na caixa! Continuem ouvindo música sem achar que isso possa fazer mal ao seu bebê. Música durante a gestação faz bem para mamãe e ao queridinho.
Um estudo realizado em Taiwan, uma República a China, indicou que as gestantes que escutaram trinta minutos de música todos os dias durante duas semanas reduziram, e muito, os sintomas de depressão, estresse e ansiedade em comparação às gestantes que somente fizeram o pré-natal sem a intervenção da música.
O estudo selecionou diferentes tipos de músicas às mamães grávidas: música clássica, sons da natureza, canções infantis chinesas e canções de ninar. Todas elas surtiram efeito altamente positivo, aumentando também a atividade cerebral do bebê e fortalecendo o vínculo com a mãe.
Isso não significa que as mamães brasileiras tenham que começar a escutar música chinesa. Ainda bem! As mamães devem escutar música que as deixe bem, harmonizando o contato com o bebê e que a "desligue" por instantes do mundo.
Faça um teste: repita músicas gostosas de ouvir. Quando o bebê nascer, volte a cantarolar as mesmas canções da fase de gravidez. Seu filho vai ter a sensação de que já ouviu esse som “de algum lugar”. O semblante no rosto pode deixar nítida essa impressão.
Espertinho - O bebê já percebe os sons desde a 20ª e 21ª semana de gestação. Ele já ouve a mamãe conversar e cantar. As mamães podem até perceber se o som agradou ou não seu bebê dependendo se o pequeno ficou mais agitado ou tranqüilo na sua barriga. Lógico que rock pesado não seria o mais aconselhado ao pequeno.
Outros estudam indicam que uma música que a mamãe escute durante a gestação com freqüência e seja prazerosa e agradável faz com que o bebê, mesmo após o nascimento, ao ouvi-la a reconheça e se tranqüilize com o som que também já o agrada.
Existem profissionais de musicoterapia que podem ajudar ainda mais as mamães que querem fazer da música sua terapia durante a gestação. Em algumas clínicas de São Paulo, músicos são convidados (apenas voz e violão) enquanto a mamãe faz a ultrassonografia. Pelas imagens, a mãe vê seu filho curtindo as musiquinhas tocadas pelo músico. Bem interessante.
Como já vimos, é uma terapia válida e eficiente tanto para as mamães quanto para os bebês.

Dicas
A música deve agradar a mamãe. Não adianta colocar uma música clássica só porque dizem que é bom. Se a gestante não gosta, não será prazeroso nem benéfico. Pode-se aprender a gostar de estilos musicais diferentes.
Não precisa aumentar demais o som da música achando que o bebê não escutará lá dentro da barriga. O líquido amniótico é um bom condutor de som.
O bebê se sente realmente mais tranquilo quando escuta o som da voz da mamãe que é a primeira a ser reconhecida. Por isso, cante e converse muito com o pequeno dentro da sua barriga e fora também.


Fonte: Guia do Bebê

Os bebês e a música

Estudo americano mostra que a capacidade de a criança diferenciar músicas tristes das alegres já existe aos 5 meses de idade

A partir do quinto mês de gestação a audição do seu bebê já está desenvolvida. Quando ele cresce, logo é possível notar as diversas reações que ele tem ao ouvir diferentes sons. E foi pela forte relação que as crianças têm com este sentido que pesquisadores da Brigham Young University, nos Estados Unidos, conduziram um estudo que comprova que se pode diferenciar uma canção triste de uma alegre a partir dos 5 meses de vida. 

Para chegar a este resultado, estudiosos reuniram 96 bebês de 5 e 9 meses e os submeteram à audição dos tipos de música. Quando a música triste era liberada aos menores, a expressão facial das crianças era emocionalmente neutra. Ao ouvir a canção animada os bebês de 5 meses demonstravam interesse, fitando os olhos por alguns segundos. Com os participantes de 9 meses, a reação foi exatamente inversa. Os resultados mostram a percepção evoluída de uma criança ainda pequena. “Eles não entendem o que é alegre e triste, mas certamente sabem que são coisas diferentes”, explica o psicólogo infantil Marcio Ferreira Jr. O especialista diz que o estudo mostra uma capacidade cognitiva surpreendente nos bebês. 
Benefícios dos sons

Sons e ritmos podem ser utilizados para estimular diversas atitudes em crianças. Na cidade eslovaca de Kosice-Saca os recém-nascidos ouvem peças de Mozart e Vivaldi para dormirem melhor. De acordo com as enfermeiras do hospital que adotou esta técnica, o resultado é positivo - a música ajuda a acalmar os bebês. Quando quem canta é a mãe, está provado que uma simples canção de ninar, além de relaxar, ajuda a estreitar os laços afetivos entre ela e seu filho. 

Aulas regulares de um instrumento musical como piano, a partir dos 3 anos de idade, ajudam a desenvolver a capacidade de entender o espaço tridimensional. Alguns médicos e musicistas também defendem que crianças que recebem estímulos musicais adequados aprendem a escrever mais facilmente e têm maior equilíbrio emocional. 

Apesar do ato de tocar um instrumento ser importante, mesmo se o contato com a música for feito por apreciação, simplesmente ouvindo, os estímulos cerebrais também são bastante intensos. 

Para estimular a apreciação musical em crianças, a musicoterapeuta Helena Sabino, explica que pequenas mudanças podem ser de grande valor. “Ao invés de distrair o bebê com a televisão você pode dar-lhe um tambor, um xilofone ou qualquer outro instrumento musical, incentivando-o a brincar e criar a sua própria música”, comenta. 

A terapeuta ainda afirma que não há um estilo específico, ou algum proibido, para as crianças ouvirem, então recomenda que a mãe apresente ao filho suas canções favoritas. “Esta é uma forma de aumentar o vínculo dele com você. Cante junto, ouça e habitue-o com os sons”, encerra.